Relatório Formação Corpo Docente | Abril 2022 | E.E Yolando Mallozzi

Relato do segundo encontro

 

O primeiro encontro ocorreu no dia 26 de Abril no período das 17:45h às 19:00h e teve como objetivo principal criar uma familiaridade entre os docentes e a ferramenta utilizada no desenvolvimento do projeto e trazer uma vivência e uma experiência maker e lúdica para que a essência de nossa formação fique clara a todos.

 

Conceitos do segundo  encontro

 

Os principais conceitos trabalhados neste encontro:

 

Etapas do segundo encontro

 

Etapa 01: Apresentar o kit Wedo 2.0 

Etapa 02 : Construir  o protótipo Smart 

Etapa 03 : Apresentar o Software de Programação 

Etapa 04: Programando o seu primeiro Robô 

 

Etapa 01 : Apresentação do Kit Wedo 2.0 

O WeDo 2.0 foi projetado para fornecer oportunidades aos estudantes de esboçar, construir e testar protótipos e representações de objetos, animais e veículos que têm um foco no mundo real. A abordagem investigativa (mão na massa) encoraja os estudantes a estarem totalmente envolvidos no processo de concepção e construção. Este primeiro momento tem como objetivo principal apresentar o kit e todas essas possibilidades que ele permite ao nosso estudante e professor.

 

O que vem na caixa?

O Conjunto Básico do LEGO WEDO 2.0 compõe-se do Bloco SMARTHUB, 1 Motor Médio, 1 Sensor de inclinação , 1 Sensor de movimento  e uma grande coleção de elementos LEGO cuidadosamente selecionados. Todos os 280 elementos são listados na visão geral do elemento fornecido para  fácil reconhecimento e facilidade de gerenciamento.

 

Smarthub 

O Smarthub age como um conector sem fios entre o seu dispositivo e as outras peças eletrônicas, usando Bluetooth. Ele recebe as sequências de programação do dispositivo e as executa. 

O Smarthub possui recursos importantes: 

 

 

 

Motor Médio

Um motor é o que faz outras coisas se moverem.

Este Motor Médio usa eletricidade para fazer um eixo girar. 

O motor pode ser ligado em ambas as direções, pode ser parado e colocado em diversas velocidades e por um período de tempo específico (em segundos).

 

 

 

 

Sensor de Inclinação 

Este sensor detecta alterações em seis posições diferentes: 

 

 

Sensor de Movimento

Este sensor detecta alterações na distância a partir de um objeto dentro do seu alcance de três formas diferentes:

 

 

 

Nesta etapa o foco maior ficou com os componentes eletrônicos. 

 

Etapa 02 : Construir  o protótipo Smart 

Logo após a apresentação do Kit os professores foram convidados a construir o protótipo Smart, baseado no funcionamento de um carro inteligente e compacto , ele traz como características em seu funcionamento:

 

 

Esses conceitos foram trabalhados durante a etapa de construção . Neste momento também foram contemplados o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais como trabalho em equipe , liderança, empatia , cooperação e desenvolvimento de projetos. 

 

 

Etapa 03 : Apresentar o Software de Programação

Programar é uma parte importante do aprendizado no século XXI e é uma parte essencial de todos os projetos WeDo 2.0, pois a  programação acrescenta “vida” aos modelos que os estudantes criaram e os instrui sobre o pensamento computacional. Baseado neste princípio apresentamos aos professores o software de programação Wedo 2.0. 

Para possibilitar movimento aos modelos, arrastam e soltam os blocos na Tela de Programação, criando assim sequências de programação. 

Pode ser criado várias sequências de programação na tela, mas cada uma delas precisa começar com um Bloco Iniciar. 

Aqui estão alguns termos importantes que foram apresentados :

  1. Bloco Iniciar

Um bloco iniciar é necessário para executar uma sequência de programação. Executar significa começar uma série de ações até que elas estejam concluídas. 

  1. Bloco de programação

Blocos de programação são utilizados para construir uma sequência de programação. Os blocos com símbolos são usados no lugar de códigos de texto. 

  1. Sequência de programação 

Uma sequência de programação é uma sequência de blocos de programação.

 

 

Etapa 04: Programando o seu primeiro Robô 

Para o momento de experienciar foram feitos 3 desafios com os professores após a apresentação dos blocos de motores. 

Blocos de programação apresentados: 

 

 

Iniciar a programação - Este bloco é responsável por iniciar a programação e todo programa deve obrigatoriamente iniciar por ele.

 

 

Potência do Motor - Este bloco permite que a potência aplicada ao motor seja determinada . Seu intervalo será de 0 à 10.

 

 

 

Sentido de rotação do motor - Sentido Horário e Anti - horário  

 

 

 

 

 

Determina o intervalo de tempo que o motor irá funcionar 

 

 

 

 

 

Finaliza a alimentação do motor , fazendo com ele seja desligado. 

 

 

Desafios propostos: 

Desafio 01: Faça com que seu Smart Car se movimentar em linha reta , para frente, por 3 segundos, com potência máxima

Desafio 02: Faça com que seu Smart Car se movimente no sentido negativo da trajetória por 1 segundo, com potência 08.

Desafio 03 : Una os desafios 2 e 3 fazendo com que o projeto realize os movimentos em sequência , aguardando um segundo entre o desafio 01 e o desafio 02 . Altere os valores de potência para 7 na ida e 5 na volta.

 

Participação dos grupos

Este segundo treinamento para mim foi satisfatório pois senti uma empolgação maior e uma demonstração de interesse dos docentes, mas sinto que uma das maiores dificuldades é  horário em que a formação é ministrada , pois os docentes estão cansados devido ao dia de atividade. 

Neste treinamento todos conseguiram completar com sucesso a construção e todos os desafios de programação podendo ainda ser possível adicionar algumas estruturas extras de programação. 

 

 

 

 

Por Larissa de Oliveira Figueira Canciglieri | Coordenadora Técnica e Pedagógica

Relatório Formação Corpo Docente | Abril 2022 | E.E Dr Miguel Vieira Ferreira

Relato do segundo encontro

 

O primeiro encontro ocorreu no dia 04 de Abril no período das 14:30h às 16:00h e teve como objetivo principal criar uma familiaridade entre os docentes e a ferramenta utilizada no desenvolvimento do projeto e trazer uma vivência e uma experiência maker e lúdica para que a essência de nossa formação fique clara a todos.

 

Conceitos do segundo  encontro

 

Os principais conceitos trabalhados neste encontro:

 

Etapas do segundo encontro

 

Etapa 01: Apresentar o kit Wedo 2.0 

Etapa 02 : Construir  o protótipo Smart 

Etapa 03 : Apresentar o Software de Programação 

Etapa 04: Programando o seu primeiro Robô 

 

Etapa 01 : Apresentação do Kit Wedo 2.0 

O WeDo 2.0 foi projetado para fornecer oportunidades aos estudantes de esboçar, construir e testar protótipos e representações de objetos, animais e veículos que têm um foco no mundo real. A abordagem investigativa (mão na massa) encoraja os estudantes a estarem totalmente envolvidos no processo de concepção e construção. Este primeiro momento tem como objetivo principal apresentar o kit e todas essas possibilidades que ele permite ao nosso estudante e professor.

 

O que vem na caixa?

O Conjunto Básico do LEGO WEDO 2.0 compõe-se do Bloco SMARTHUB, 1 Motor Médio, 1 Sensor de inclinação , 1 Sensor de movimento  e uma grande coleção de elementos LEGO cuidadosamente selecionados. Todos os 280 elementos são listados na visão geral do elemento fornecido para  fácil reconhecimento e facilidade de gerenciamento.

 

Smarthub 

O Smarthub age como um conector sem fios entre o seu dispositivo e as outras peças eletrônicas, usando Bluetooth. Ele recebe as sequências de programação do dispositivo e as executa. 

O Smarthub possui recursos importantes: 

 

 

 

Motor Médio

Um motor é o que faz outras coisas se moverem.

Este Motor Médio usa eletricidade para fazer um eixo girar. 

O motor pode ser ligado em ambas as direções, pode ser parado e colocado em diversas velocidades e por um período de tempo específico (em segundos).

 

 

 

 

Sensor de Inclinação 

Este sensor detecta alterações em seis posições diferentes: 

 

 

Sensor de Movimento

Este sensor detecta alterações na distância a partir de um objeto dentro do seu alcance de três formas diferentes:

 

 

 

Nesta etapa o foco maior ficou com os componentes eletrônicos. 

 

Etapa 02 : Construir  o protótipo Smart 

Logo após a apresentação do Kit os professores foram convidados a construir o protótipo Smart, baseado no funcionamento de um carro inteligente e compacto , ele traz como características em seu funcionamento:

 

 

Esses conceitos foram trabalhados durante a etapa de construção . Neste momento também foram contemplados o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais como trabalho em equipe , liderança, empatia , cooperação e desenvolvimento de projetos. 

 

 

Etapa 03 : Apresentar o Software de Programação

Programar é uma parte importante do aprendizado no século XXI e é uma parte essencial de todos os projetos WeDo 2.0, pois a  programação acrescenta “vida” aos modelos que os estudantes criaram e os instrui sobre o pensamento computacional. Baseado neste princípio apresentamos aos professores o software de programação Wedo 2.0. 

Para possibilitar movimento aos modelos, arrastam e soltam os blocos na Tela de Programação, criando assim sequências de programação. 

Pode ser criado várias sequências de programação na tela, mas cada uma delas precisa começar com um Bloco Iniciar. 

Aqui estão alguns termos importantes que foram apresentados :

  1. Bloco Iniciar

Um bloco iniciar é necessário para executar uma sequência de programação. Executar significa começar uma série de ações até que elas estejam concluídas. 

  1. Bloco de programação

Blocos de programação são utilizados para construir uma sequência de programação. Os blocos com símbolos são usados no lugar de códigos de texto. 

  1. Sequência de programação 

Uma sequência de programação é uma sequência de blocos de programação.

 

 

Etapa 04: Programando o seu primeiro Robô 

Para o momento de experienciar foram feitos 3 desafios com os professores após a apresentação dos blocos de motores. 

Blocos de programação apresentados: 

 

 

Iniciar a programação - Este bloco é responsável por iniciar a programação e todo programa deve obrigatoriamente iniciar por ele.

 

 

Potência do Motor - Este bloco permite que a potência aplicada ao motor seja determinada . Seu intervalo será de 0 à 10.

 

 

 

Sentido de rotação do motor - Sentido Horário e Anti - horário  

 

 

 

 

 

Determina o intervalo de tempo que o motor irá funcionar 

 

 

 

 

 

Finaliza a alimentação do motor , fazendo com ele seja desligado. 

 

 

Desafios propostos: 

Desafio 01: Faça com que seu Smart Car se movimentar em linha reta , para frente, por 3 segundos, com potência máxima

Desafio 02: Faça com que seu Smart Car se movimente no sentido negativo da trajetória por 1 segundo, com potência 08.

Desafio 03 : Una os desafios 2 e 3 fazendo com que o projeto realize os movimentos em sequência , aguardando um segundo entre o desafio 01 e o desafio 02 . Altere os valores de potência para 7 na ida e 5 na volta.

 

Participação dos grupos

Este segundo treinamento para mim, foi satisfatório pois todas as equipes interagiram , construíram e programaram os seus projetos.  Alguns grupos apresentaram certa dificuldade no reconhecimento das peças , utilização de algumas estruturas e na percepção do desenho técnico, mas isso é algo que será desenvolvido durante o ano . Os conceitos iniciais de programação foram absorvidos de maneira geral , mas serão retomados novamente no próximo treinamento. 

 

 

Por Larissa de Oliveira Figueira Canciglieri | Coordenadora Técnica e Pedagógica

Relatório Formação Corpo Docente | Março 2022 | E.E Yolando Mallozzi

Relato do primeiro encontro

 

O primeiro encontro ocorreu no dia 30 de Março  no período das 17H45 às 19H00 e teve como objetivo principal conhecer o corpo docente , apresentar a robótica educacional , sua importância no processo de formação dos jovens e adolescentes e a sua aplicação no processo educacional e alfabetização tecnológica. 

 

Conceitos do primeiro encontro

 

Os principais conceitos trabalhados neste encontro:

 

Etapas do primeiro encontro

 

Essa primeira formação tem um caráter de extrema importância dentro do projeto que estamos construindo com alunos e professores. É preciso que a comunidade docente se identifique com o projeto para que assim possamos criar a interdisciplinaridade entre os fundamentos apresentados em sala de aula e a abordagem prática realizada no laboratório de educação tecnológica, de tal forma que os professores vislumbrem essa mudança juntamente com o corpo discente.

 

Etapa 01 : Romper a Barreira entre a educação tradicional e a tecnologia. 

Nós temos uma geração de professores que ainda estão se adaptando ao processo tecnológico e que impõe certa resistência a implementação destes métodos no dia a dia acadêmico, logo essa formação veio com o objetivo de romper essa barreira e aproximar os professores. 

 

Etapa 02: Apresentação da Empresa Robomind e do Projeto Aprendizes Digital 

A primeira formação se iniciou com a apresentação da empresa Robomind Brasil e Robomind SP e o contexto de quem somos, onde estamos e porque fazemos o que fazemos. Dentro do projeto considero de extrema importância mostrar como os propósitos 

unidos de algumas empresas acabaram culminando no projeto Aprendizes Digital. 

 

Etapa 03: Porque a linha Lego Education como ferramenta? 

A ferramenta Lego dentro da construção do projeto é de extrema importância, isso devido ao fato do lúdico ser considerado dentro da neurociência do aprendizado um dos mais importantes instrumentos para um aprendizado perene e significativo e também devido ao fato grande número de possibilidades de construção e criação que este kit (Wedo 2.0) nos proporciona. 

 

Etapa 04 : Robótica Educacional , por que? 

Foi apresentado a importância da robótica educacional na formação de nossas crianças( processo de alfabetização tecnológica)  e como realizamos essa formação tendo como base o currículo STEAM e a cultura MAKER, aliado a metodologia dos 2 CE 's,( Contextualizar , Construir , Experienciar e Evoluir)  aplicada em nossas aulas.

 

Etapa 05: O que vem sendo desenvolvido com os alunos ?

Este projeto é denominado INVENTORS, voltado ao público de 08 á 10 anos , tem seu principal conceito anunciado: “Oportunizar ao aluno o contato com construções e programações através da Educação Tecnológica, tornando prático e significativos muitos de seus conhecimentos e vivências adquiridas. Possibilitando assim o desenvolvimento de novas habilidades.

 

Etapa 06 : Apresentar os objetivos do que será trabalhado durante todo o ano de 2022 com os docentes. 

 

Participação dos grupos

 

Essa atividade é de extrema importância para que os professores se abram a essa nova oportunidade e enxerguem o universo de possibilidades que podem ser construídas dentro de sua rotina na sala de aula utilizando as metodologias ativas e a educação tecnológica. 

Senti que o corpo docente está resistente à realização das atividades e que os próximos treinamentos terão que ter um caráter de maior impacto na formação desses professores. 

                        

Para oportunizar um crescimento ainda mais significativo a estes professores foi criada uma sala de aula virtual (Google Classroom), para que eles tenham um espaço de contato direto comigo para dúvidas e para que materiais complementares possam ser disponibilizados.

 

Por Larissa de Oliveira Figueira Canciglieri | Coordenadora Técnica e Pedagógica 

Relatório Formação Corpo Docente | Março 2022 | E.E Dr Miguel Vieira Ferreira

Relato do primeiro encontro

 

O primeiro encontro ocorreu no dia 21 de Março  no período das 14:30h às 16:00h e teve como objetivo principal conhecer o corpo docente , apresentar a robótica educacional , sua importância no processo de formação dos jovens e adolescentes e a sua aplicação no processo educacional e alfabetização tecnológica. 

 

Conceitos do primeiro encontro

 

Os principais conceitos trabalhados neste encontro:

 

Etapas do primeiro encontro

 

Essa primeira formação tem um caráter de extrema importância dentro do projeto que estamos construindo com alunos e professores. É preciso que a comunidade docente se identifique com o projeto para que assim possamos criar a interdisciplinaridade entre os fundamentos apresentados em sala de aula e a abordagem prática realizada no laboratório de educação tecnológica, de tal forma que os professores vislumbrem essa mudança juntamente com o corpo discente.

 

Etapa 01 : Romper a Barreira entre a educação tradicional e a tecnologia. 

Nós temos uma geração de professores que ainda estão se adaptando ao processo tecnológico e que impõe certa resistência a implementação destes métodos no dia a dia acadêmico, logo essa formação veio com o objetivo de romper essa barreira e aproximar os professores. 

 

Etapa 02: Apresentação da Empresa Robomind e do Projeto Aprendizes Digital 

A primeira formação se iniciou com a apresentação da empresa Robomind Brasil e Robomind SP e o contexto de quem somos, onde estamos e porque fazemos o que fazemos. Dentro do projeto considero de extrema importância mostrar como os propósitos 

unidos de algumas empresas acabaram culminando no projeto Aprendizes Digital. 

 

Etapa 03: Porque a linha Lego Education como ferramenta? 

A ferramenta Lego dentro da construção do projeto é de extrema importância, isso devido ao fato do lúdico ser considerado dentro da neurociência do aprendizado um dos mais importantes instrumentos para um aprendizado perene e significativo e também devido ao fato grande número de possibilidades de construção e criação que este kit (Wedo 2.0) nos proporciona. 

 

Etapa 04 : Robótica Educacional , por que? 

Foi apresentado a importância da robótica educacional na formação de nossas crianças( processo de alfabetização tecnológica)  e como realizamos essa formação tendo como base o currículo STEAM e a cultura MAKER, aliado a metodologia dos 2 CE 's,( Contextualizar , Construir , Experienciar e Evoluir)  aplicada em nossas aulas.

 

Etapa 05: O que vem sendo desenvolvido com os alunos ?

Este projeto é denominado INVENTORS, voltado ao público de 08 á 10 anos , tem seu principal conceito anunciado: “Oportunizar ao aluno o contato com construções e programações através da Educação Tecnológica, tornando prático e significativos muitos de seus conhecimentos e vivências adquiridas. Possibilitando assim o desenvolvimento de novas habilidades.

 

Etapa 06 : Apresentar os objetivos do que será trabalhado durante todo o ano de 2022 com os docentes. 

 

Participação dos grupos

 

Essa atividade é de extrema importância para que os professores se abram a essa nova oportunidade e enxerguem o universo de possibilidades que podem ser construídas dentro de sua rotina na sala de aula utilizando as metodologias ativas e a educação tecnológica. 

Senti um bom recebimento dos professores, todos muito dispostos e abertos a novas possibilidades.

 

                           

 

Para oportunizar um crescimento ainda mais significativo a estes professores foi criada uma sala de aula virtual(Google Classroom) , para que eles tenham um espaço de contato direto comigo para dúvidas e para que materiais complementares possam ser disponibilizados. 

 

Por Larissa de Oliveira Figueira Canciglieri | Coordenadora Técnica e Pedagógica

Relatório de Aulas | Março 2022

No mês de março, iniciamos o projeto de robótica nos dois colégios atendidos pelo Aprendizes - Digital este ano (E.E. Yolando Mallozzi e E.E. Dr. Miguel Vieira Ferreira). Após este período inicial, sempre analisamos as turmas e cada aluno presente.

 

Pudemos notar que as crianças gostam bastante do projeto. Para eles, o LEGO é algo muito encantador. Eles utilizam as peças para construir os projetos e nas aulas os alunos ficam realizados com a construção de seu primeiro robô, conseguem entender conceitos de encaixe de peças, ter uma noção inicial de conexão de engrenagens e eixos, e percebem que o robô se movimenta devido à junção dessas peças.

 

Nosso primeiro projeto foi o Sherlock Duck. Associamos o nome ao detetive de ficção Sherlock Holmes, assim os alunos, que conhecem um pouco do personagem, vinculam o projeto a ele. Nosso livro de apoio tem o Duck como o pato investigador que irá acompanhar o aluno nas atividades durante o ano.

 

Na primeira aula, apresentamos nossas regras e combinados aos alunos, que são:

- Escutar o professor no momento da contextualização; 

- Ter cuidado com os kits e com os tablets;

- Ter empatia com os colegas e entender que às vezes ideias diferentes das nossas também podem ser boas;

- Trabalhar em equipe: a cada aula, alunos são escolhidos para ocupar as funções de Construtor, Programador, Líder e Organizador; 

- Organizar os kits após o término das atividades.

 

Em nossas aulas, utilizamos a metodologia STEM, descrita abaixo:

 

O STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics) é uma metodologia baseada em conceitos que integram conhecimentos da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Este é um recurso utilizado com o objetivo de estimular as habilidades e aquisição de competências integrando os conhecimentos dessas quatro áreas de estudo. É mais do que uma sigla com as iniciais de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Trata-se de uma maneira de pensar que auxilia as crianças a fazerem a integração de conhecimentos entre disciplinas, encorajando-as a pensar de maneira conectada e holística. Um currículo baseado nesse princípio oportuniza às crianças explorar, observar, fazer perguntas, prever e integrar o aprendizado.

 

Nossa metodologia em sala de aula é trabalhada em 2 C’s e 2 E’s, conforme descrito abaixo:

 

Contextualizar:

A contextualização é o momento em que é apresentada aos estudantes uma temática relevante no seu dia a dia. Ciência e tecnologia são discutidas a partir de situações reais, oportunizando o pensamento crítico sobre aquele contexto. Também refletimos sobre os motivos de escolher essas temáticas e sua importância.

 

Construir:

A partir da contextualização os estudantes constroem protótipos robóticos utilizando blocos de encaixe, motores e sensores para simular tecnologias desenvolvidas pela humanidade ou recursos que inspiraram a criação de novas tecnologias. É sabendo onde se está que podemos definir aonde queremos chegar.

 

Experienciar

É neste momento que os estudantes irão testar as possibilidades de programação para que os robôs criem “vida”. Isso envolve construir a lógica de cada ação que o robô irá executar e analisar a função de cada recurso, além de compartilhar percepções e construir novas a partir das ferramentas apresentadas. Nesta etapa da aula as experiências ampliam repertório e inteligência.

 

Evoluir:

É o momento em que um grande desafio surge e os estudantes utilizam as experiências e ferramentas apreendidas para solucionar os problemas.  A criatividade é a habilidade mais estimulada, além da promoção da relação entre os conhecimentos, aplicados em experiências reais.

Em nosso segundo projeto, pude observar que os alunos já conseguiram compreender melhor como é feito o encaixe das peças, tiveram uma quantidade menor de dúvidas e estavam até programando o projeto sozinho após apenas duas aulas. Houve uma evolução significativa em sala de aula.

Estou muito contente com as turmas dos dois colégios. Posso dizer que eles terão uma ótima evolução durante o ano, tanto na robótica como também nas aulas regulares do colégio. A metodologia que utilizamos em nossas aulas de robótica reflete no desenvolvimento e crescimento do aluno de maneira geral, contribuindo com seu aprendizado em outras matérias e aulas.

 

Por Lucas Bonifácio

Relato de Atividade Cultural 6

O sexto encontro cultural foi realizado nos dias 23 de Novembro e seu principal objetivo era a realização de uma intervenção artística na escola, feita pelos alunos, por meio da técnica do lambe-lambe, tendo como mote as fotografias realizadas pelos estudantes nos encontros anteriores. 

 

Conceitos do sexto encontro

 

Neste encontro tratamos de modo bem prático conceitos que já havíamos conversado anteriormente:

 

Etapas do sexto encontro

 

Comecei os encontros apresentando imagens do planejamento que a designer do projeto havia feito para a montagem dos painéis.

 

 

Em todos os grupos eles ficaram impressionados, perguntavam como aquilo havia sido feito, como alguém havia "tirado uma foto do futuro?". E eu lhes dizia que era algo relacionado aos nossos encontros do passado e aos poucos eles foram relembrando as oficinas de fotografia e a promessa de que faríamos lambes, assim como eu já havia lhes mostrado em uma das atividades culturais.

 

Rapidamente eles lembraram como era feita a colagem das imagens na parede e eu retomei algumas questões técnicas. Combinamos que eles trabalhariam em duplas e que revezaríamos o trabalho de colagem na parede com o de analisar a imagem do planejamento para entregar aos "coladores" cada imagem que deveria ser colada. Alguns acharam difícil essa tarefa, pois era importante observar as sobreposições propostas. Permiti que eles também saíssem um pouco dessa proposta e escolhessem uma ou outra imagem para compor o painel e eles demonstraram ser criteriosos com isso, analisando as cores e as formas de cada imagem para que o todo tivesse harmonia.

 

Foi interessante vê-los discutir sobre o que seria melhor para o todo. Eu interferi nessas conversas propondo soluções, e eles votaram no que acreditavam ser o ideal. 

 

 

O trabalho foi fluído, e o resultado ficou muito impactante. Todos na escola vinham elogiar. Muitos alunos e professores quiseram participar e nas ocasiões em que estava mais tranquilo,  permiti que alguns estudantes, mesmo de fora de nosso projeto, participassem. 

 

Acredito que este trabalho perdurará de diversas formas pela escola, tanto pela experiência de experimentar a técnica do lambe-lambe, quanto pelo trabalho desenvolvido de forma coletiva, quanto pelas próprias imagens que compõem o painel. Vários professores e funcionários ficaram impressionados pela qualidade das fotografias feitas pelos alunos, diziam surpresos: "Essas fotos foram feitas pelos nossos alunos? Uau, que bacana!" e alguns até já começaram a imaginar fazer outros lambes pelo espaço da escola. 

 

Participação dos grupos

 

Muitos alunos estavam ansiosos por este encontro, afinal tinham ficado curiosos com o lambe-lambe quando o apresentei em um encontro anterior, e de fato eles aderiram prontamente à atividade.

 

Os alunos mais novos permaneceram totalmente envolvidos durante todo o encontro, ávidos em fazer as tarefas, especialmente colar. Por vezes eles até brigavam, reclamavam comigo que já estava na hora de mudar de função. Já os alunos mais velhos, lidaram melhor com o revezamento, e até iam dar uma volta ou jogar bola enquanto não era sua vez de colar, mas eles sempre voltavam dispostos. 

 

Às vezes pensava que um ou outro não estava de fato interessado e estava curtindo era fugir da aula, mas depois vi alguns destes alunos levando seus colegas para ver o trabalho, contando como havia sido feito. 

 

O sentido de mutirão foi bem desenvolvido nos grupos, eles trabalharam muito bem coletivamente. 

 

Questões logísticas do encontro

 

Os locais selecionados para a colagem eram um pouco pequenos para todo o grupo trabalhar concomitantemente, por isso propus que trabalhassem em dupla (um segurava a bandejinha com cola e o papel a ser colado e o outro colava, e depois revezavam entre si) e também se revezassem na função de organizar a colagem do painel. Isso funcionou bem, apenas nos grupos com os alunos mais velhos recebi reclamações de funcionários da escola de que eles estavam fugindo (indo jogar bola ou andar pela escola quando estavam na função de organizar), mas avisei que eu havia permitido que eles fossem jogar, pois além de eu poder enxergar onde estavam, o grupo ainda assim era grande para as funções que deveriam ser realizadas, então dava para ser assim.

 

Ainda assim, um dos locais precisou ser modificado. Havíamos planejado colar numa parede ao lado da cozinha, mas além de ser estreita, o fluxo lá era mais constante do que imaginávamos. Assim, conversei com o diretor e ele autorizou que usássemos uma outra parede, o que foi ótimo, pois além de termos mais espaço para trabalhar, ofereceu mais visibilidade para o trabalho.

 

Luciana Nobre (Coordenadora Pedagógica Cultural)

Relato de Atividade Cultural 4

O quarto encontro cultural foi realizado nos dias 20 e 21 de Setembro e seu principal objetivo era que os alunos realizassem fotografias para a produção de lambe-lambes a serem aplicados na escola. 

 

Além disso, realizamos estudos de moldes, composições e cores para a produção de estampas criadas a partir das peças dos robôs. 

 

Conceitos no quarto encontro

 

  1. Reflexão: Relação dos humanos com os robôs

 

  1. Montagem:

 

  1. Fotografia:

 

  1. Stencil:

 

  1. Pintura: 

 

Etapas do segundo encontro

 

Começamos o encontro com uma conversa sobre o que os alunos lembravam de nosso encontro anterior, retomando alguns conceitos de fotografia que havíamos estudado e experimentado.

 

Em seguida, lhes convidei para, mais uma vez, realizarem fotografias, mas desta vez de um modo diferente, não observando um ambiente, mas sim um objeto. E um objeto que eles construiriam.

 

Tal objeto deveria ser criado com as peças que comumente usam nas aulas de robótica e ele deveria traduzir alguns dos sentimentos que eles têm em relação a nossa convivência com os robôs.

 

Evidenciei a diferença com que eles deveriam olhar para aquele material durante esta atividade, já que durante as oficinas de robótica cada peça tem uma função específica, com a qual não se pode usar de modo diferente, pois faria com que o robô não funcionasse. mas agora, os aspectos estéticos e formais deveriam ser levados em conta. 

 

E então rapidamente os alunos foram criando algumas peças, em pequenos grupos ou individualmente. E durante a criação, fomos conversando sobre como eles enxergam a relação que estabelecemos com os robôs em nosso cotidiano.

 

Algumas das afirmações ditas durante as conversas:

 

"Os robôs nos ajudam, às vezes eles fazem coisas que a gente não consegue fazer"

"Eu tenho medo que os robôs nos substituam em coisas que a gente poderia fazer"

"Eu não tenho medo dos robôs, mas não queria que eles roubassem empregos dos humanos"

"Eu acho que um dia eles vão dominar o mundo e não vai mais ter espaço pra gente"

"Eu acho que é besteira ter medo dos robôs porque eles não tem cérebro, eles não são como zumbis ou aliens que podem querer nos matar"

"Os robôs não querem nos substituir" 

"Mas alguns humanos querem nos substituir por robôs"

 

 

Com relação a esta substituição ou talvez inspiração em nosso corpo para a criação de robôs, fomos lembrando de projetos que realizaram nas oficinas de robótica que "imitavam" estruturas animais, mas alguns foram lembrando de projetos, como a garra e o braço arremessador que acreditavam ter o corpo humano como referência.

 

O perfil das peças criadas foi variado, e em cada grupo apareceu uma certa maneira de olhar para este tema. Em geral, como de costume quando se trabalha em um ambiente de ateliê, os primeiros a elaborar acabaram influenciando o olhar dos outros que os seguiram pela mesma linha de raciocínio. Alguns exploraram estruturas  relacionadas às formas das partes do corpo, outros reproduziram a estrutura de um corpo, outros imaginaram robôs que seriam usados em nosso corpo. 

 

Após montarem suas peças, os alunos se organizaram para fazer fotografias de suas criações, pensando em grupo ou em dupla sobre o conceito da imagem, já que eu havia lhes dito que a proposta era colocar o robô interagindo com um corpo humano de alguma forma. Eles se separaram em funções: alguns apareceram na foto, outros cuidaram da ambientação e outros fotografaram. 

 

Durante a realização das fotos os lembrei de considerações do encontro anterior: o fundo, o enquadramento, a iluminação e os incentivei a explorarem diferentes ângulos. 

 

Estas são algumas das fotos realizadas:

 

 

Porém, a execução destas etapas, em todos os grupos foi bem rápida. Durante o planejamento imaginei que a discussão sobre a relação dos robôs e dos humanos tomaria uma boa parte de nosso tempo, e além de realizá-la junto a realização das peças, ela não foi tão aprofundada como havia imaginado, por isso optei por dar mais uma proposta para os alunos, adiantando o que havia imaginado para o próximo encontro. 

 

Em todos os encontros os alunos me perguntam se vamos usar tinta e dizem adorar trabalhar com pintura. E então, em conexão com a ideia de usarmos lambes, que é uma expressão de arte urbana, me lembrei dos stencils, que é uma técnica que utiliza tinta ou spray e também adorna paredes e outros diferentes suportes. 

 

Mostrei-lhes algumas imagens do trabalho desenvolvido pela artista Monica Nador em seu projeto JAMAC, na comunidade do Jardim Miriam. E então sugeri que mais uma vez eles olhassem para as peças dos kits de robótica e escolhessem uma ou algumas para criarem um stencil.

 

Eles desenharam as peças e alguns até criaram composições simples se inspirando no logo do projeto, mas tiveram certa dificuldade na hora de recortar, não só porque o material que disponibilizei (papel cartão e tesoura sem ponta) não era ideal para tal tarefa, mas também porque não haviam compreendido aspectos técnicos do stencil, mas fui auxiliando para que entendessem quais partes do desenho deveriam ser vazadas sem perder a forma desenhada.

 

 

Alguns grupos conseguiram usar os stencils e fizeram estudos de cores e composição de estampas usando os moldes sobre papéis coloridos e tinta guache. 

 

 

Questões logísticas do encontro

 

O local destinado à oficina, a sala de leitura, foi adequado para boa parte dos grupos. Fiquei preocupada de propor uma pintura neste espaço, mas os alunos foram cuidadosos e foi simples limpar as mesas que tinham resquícios de tinta. 

 

Apenas na terça-feira, durante a oficina que acontece das 9h45 às 11h15, em que as turmas 05 e 07 participam juntas, o espaço acabou sendo pequeno: não acomodou bem todos alunos e nem permitiu que respeitássemos os protocolos de distanciamento. 

 

Isso aconteceu porque, pela primeira vez, praticamente todos os alunos deste horário participaram. Porém, não sinto necessidade de rever a junção das turmas, já que esta organização é melhor para a escola, e também porque as próximas atividades estão planejadas para acontecer em espaços maiores e externos. 

 

Participação dos grupos

 

Os grupos se envolveram bastante com as duas propostas. Resolveram com praticidade a primeira atividade, sem a profundidade de reflexão que eu desejava, mas trouxeram suas próprias visões sobre questões que lhes provoquei a pensarem. 

 

Já na segunda atividade ficaram animados em poder mexer com os materiais que tanto queriam usar: as tintas e os pincéis. Se mostraram empolgados em realizar as etapas, mas ficaram um tanto desanimados com a tarefa de cortar os stencils (eles acharam bastante difícil, especialmente aqueles que fizeram desenhos complexos e não formas simplificadas como havia lhes explicado). Alguns também não gostaram do resultado das pinturas, pois o guache utilizado não tem boa cobertura e deixa a marca das pinceladas, mas ao criarem as estampas, repetindo as formas dos stencils, curtiram o efeito que conseguiram.

 

Não cheguei a falar sobre pintarmos as paredes da escola, lhes disse que no próximo encontro iríamos definir o suporte em que realizaríamos as estampas, mas acredito que ficaram bem empolgados com esta possibilidade. 

 

Luciana Nobre (Coordenadora Pedagógica Cultural)